Estes erros (quase) diários estão a tirar-lhe o sono

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Patente submetida pela tecnológica dá conta da intenção de criar um “sistema de simulação sensorial” que engane o cérebro dos passageiros.

A falta de sono e má qualidade do mesmo são um espelho fiel dos tempos modernos, tempos esses apressados e tensos em que as nossas cabeças mais parecem andar sempre a mil. Mas não são apenas os tempos modernos que fazem com que as pessoas passem as noites em branco… alguns hábitos diários mais ou menos inofensivos também pesam nesta balança.

A patente em questão refere um “sistema de simulação sensorial” que, por via de assentos vibratórios e jatos de ar, procurará enganar o cérebro com a criação de um ‘ambiente aumentado’, anulando efetivamente o enjoo. De notar que a intenção da condução autónoma passa por libertar mais tempo aos utilizadores mas, se houver limitações como o enjoo, todo o objetivo cai por terra.

“Com o advento da tecnologia dos veículos autónomos, a atenção do passageiro poderá ser focada em atividades alternativas, como trabalho, socialização, leitura, escrita ou outras atividades (por exemplo, organização, pagamento de contas, compras online, jogos)”, pode ler-se na patente partilhada pelo The Next Web.

 É comum que as empresas tecnológicas submetam patentes para viabilizar projetos futuros mas, tendo em conta a natureza desta patente e o facto de a Uber estar de facto a trabalhar em carros autónomos, é possível que esta tecnologia venha mesmo a ser utilizada.

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