DESAFIO A JOSÉ MÁRIO VAZ

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O governo da Guiné-Bissau e os intervenientes no setor de caju decidiram, hoje, deixar em aberto o preço para a compra de castanha num preço acordado entre os produtores e compradores.

À saída de uma reunião, em que a situação da campanha de comercialização do maior produto de exportação do país foi analisada, o presidente da associação nacional de agricultores, Jaime boles gomes, que deu conta do consenso alcançado, esclareceu ainda que, doravante, ninguém deve ser perseguido por comprar o produto abaixo de mil francos CFA, preço que anteriormente tinha sido indicado.

“Chegamos ao consenso, com a presença do primeiro-ministro, onde foi decidido que vai-se deixar a campanha funcionar. Há um preço anunciado pelo presidente da república, que é de mil francos CFA. Não significa que haverá novo preço para a castanha, mas vai ser banida a medida que ordenava a detenção de quem comprar o produto fora do preço anunciado. É essa medida que foi, hoje, removida para deixar o mercado funcionar”, revelou o Presidente da ANAG.

Há 40 dias desde a abertura da campanha de comercialização e exportação da castanha de caju, continua a polémica, o produto continua nas mãos dos agricultores, tudo por causa do preço fixado.

De referir que o presidente guineense continua a defender a compra de castanha por mil francos CFA a quilograma, tendo duas empresas senegalesas já se disponibilizaram para o cumprimento do desejo de José Mário Vaz.

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