DIREÇÃO DE SERVIÇOS DE CONTENCIOSOS, LEGISLAÇÃO E ESTUDOS NÃO TENCIONA PREJUDICAR QUALQUER EMPRESA NO PAÍS

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A Diretora de Serviços de Contencioso, Legislação e Estudos da Direção-geral de Contribuições e Impostos disse que a sua instituição não tem interesse em prejudicar qualquer empresa que opera na Guiné-Bissau.

Em declarações à rádio Capital FM, Ilda Porcila da Cunha Gomes Sá sublinhou que qualquer empresa que tenha dívida com a sua instituição em relação as questões de cobranças, as interessadas devem deslocar e sempre fazer acompanhar justificativos de seus pagamentos, a partir da data em que cada empresa foi notificada.

Neste sentido, esta responsável disse que o objetivo da sua instituição é incentivar crescimentos de empresas na Guiné-Bissau. “Nós pelo contrário a nossa intenção é ver as imprensas a investirem no país e a crescer, contudo quem tenha dúvida deve liquidar as suas dividas porque isto permite concorrência desleal”, disse.

Neste sentido ela disse as cobranças são feitas em jeitos de preservar boas relações entre estado com os operadores econômicos, tendo revelado que algumas empresas procuram a sua instituição para informar das suas situações financeiras, adicionadas com a crise financeira que o país atravessa, o que para esta responsável é bastante compreensível.

Por outro lado, Ilda da Cunha falou de recuperação de carteira de pagamentos pelos Governo através do Ministério das Finanças estimada perto de 19 bilhões de Francos Cfa, contudo adicionados com algumas falhas informáticas em termo de valor real. “Temos uma carteira de dividas de quase 19 bilhões de Francos CFA, mas são números que não refletem a real dívida, porque os nossos gestores de contribuintes as vezes cometem falhas, que se for controlado bem este valor pode ser estimada em pouco menos de 10 bilhões de Francos”, disse.

Os pagamentos em causa são referentes as contribuições prediais urbanas, impostos de selos, um trabalho que esta responsável considerou complicado. “Estamos a ter muitas dificuldades de várias ordens estão relacionadas com as contribuições industrial e predial urbana porque como sabem a nossa cidade se debate com algumas situações de urbanizações o que nos dificulta muito neste sentido”, disse.

© Capital FM, S. Nansil

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