Fim das crises políticas na Guiné-Bissau passa pela gestão administrativa do país pela ONU

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O presidente do Movimento Cantahez, uma organização com sede em Coimbra Portugal, defendeu dia 5 de janeiro último que a gestão administrativa da Guiné-Bissau deve ser entregue as Organizações das Nações Unidas, para que o país possa ultrapassar a suas intermináveis crises políticas.

Em declarações a Capital FM a partir de Bruxelas, Braima Mané disse que é revoltante a situação em que se encontra o país com enormes potencialidades econômicas, razão pela qual a Cantahez fala na necessidade urgente da entrega da gestão administrativas do país à ONU. “A Guiné-Bissau tem que ser posta sob tutela das Nações Unidas pois é uma caminha claro para todos, mas sabemos vai haver algumas pessoas que o país é soberano, mas uma coisa é certa que a Guiné-Bissau já perdeu mesmo a sua soberania”, disse Mané.

Foi neste sentido que este responsável lamentou que os guineenses já estão exaustos de falsidades, atrasos e o subdesenvolvimento, adicionados com as crises políticas ainda em curso país.

Para sustententar a sua tese, Briama Mané avançou pela forma como esta gestão deve funcionar, desde composição e funcionamento da ANP e a formação do Governo sob tutela das Nações Unidas. “A primeira coisa que se deve fazer, as Nações Unidas, deve nomear um representante seu no país, mas que seja um cidadão nacional com um estatuto de chefe do Governo, selecionado com base de competência experiência e idoneidade ética e moral, criar um parlamento Ad-Hoc que respeite os resultados das últimas eleições também com base de competência e experiência tem como missão revisão da Constituição da Republica adaptando as constituições modernas de outros países”, disse.

A questão de autossuficiência alimentar, reforma da rede diplomática do país no exterior bem como a comissão de reconciliação como foi na África do Sul. “É presido justiça no país como foi na África do Sul porque muitas pessoas foram mortas de forma injusta o que é preciso esclarecer para que possa haver perdão entre os guineenses”, defendeu.

© Capital FM, S. Nansil

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