Greve da UNTG com consequências no Simão Mendes

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A Greve geral de três dias, na função pública da Guiné-Bissau, decretada pela UNTG, está a afetar o Hospital Nacional Simão Mendes, o maior do país.

A paralisação de três dias, iniciada esta segunda-feira, 07 de maio, conta com a adesão da boa parte dos funcionários públicos guineenses.

No palácio do governo, em Bissau, onde se encontra a maior parte dos ministérios, a presença e a movimentação dos funcionários são fracas.

Os serviços de urgência do Hospital Nacional Simão Mendes conta com pouca afluência dos pacientes, mas os que ali se encontram internados estão a beneficiar dos serviços mínimos.

Apesar da garantia desses serviços, na pediatria do maior centro hospital do país, muitas crianças não foram consultadas, mas há médicos sem fronteiras a atender casos mais graves.

Entretanto, a União Nacional dos trabalhador da Guiné vai ainda hoje entregar ao governo o novo pré-aviso de greve.

Em conferencia imprensa realizada esta segunda-feira, Jose Alves Té Secretário Nacional da comissão negocial da UNTG qualifica ainda “positiva a adesão por parte dos seus associados”.

O principal ponto em reivindicação é o reajuste salaria aos funcionários públicos.

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