A Liga Guineense dos Direitos Humanos divulga estudo sobre práticas nefastas e violência doméstica

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As práticas nefasta e a violência doméstica na Guiné-Bissau levou, em 2014, as autoridades guineenses a aprovar a lei que pune essas práticas.

Contudo, as práticas persistem e as organizações defensoras dos Direitos Humanos enfrentam em ação para melhor perceber as origens dos males que a sociedade enfrenta.

A Liga Guineense dos Direitos Humanos lançou esta terça-feira, dia 06 de fevereiro, em Bissau, o estudo feito em 2017 sobre a situação das práticas nefastas e violência doméstica, nas regiões de Bafatá, Oio, Cacheu e no sector autônomo de Bissau.

A iniciativa enquadra-se no âmbito da comemoração do dia internacional de tolerância zero a mutilação genital feminino que hoje, se assinala no mundo.

Em comunicado enviado à Capital FM, Radio Notícias, a organização defensora dos direitos humanos informou que o estudo em causa insere-se no âmbito do projeto de promoção dos direitos, igualdade de gênero e autonomização das mulheres.

A nota adiantou ainda que, o estudo visa melhorar o acesso às informações para apoiar o governo e as instituições nacionais na definição e na reformulação das políticas e estratégias no combate as práticas nefastas na Guiné-Bissau.

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