PRS exige o cumprimento do Acordo de Conacri para integrar o governo

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Vítor Pereira Porta-voz do PRS em conferência de imprensa

Desde a nomeação do novo Primeiro-ministro, Artur Silva, a 30 de janeiro, a Guiné-Bissau continua a registar impasse político para a formação de um governo inclusivo, numa altura em que a Comunidade Económica dos Estados da África Ocidental (CEDEAO) acaba de oficializar a lista das figuras políticas sancionadas devido ao incumprimento do Acordo de Conacri.
Esta quarta-feira, 07 de fevereiro, o Partido da Renovação Social (PRS) informou em conferência de imprensa que só irá integrar o próximo governo “mediante o cumprimento do Acordo de Conacri e com o aval da sua Comissão Política Nacional”.
Pela voz do Porta-voz do Partido, Vítor Pereira, os “renovadores” confirmaram terem sido convidados formalmente pelo novo Primeiro-ministro, mas deixam clara a sua posição.
Questionado sobre o que, para o Partido, significaria o cumprimento de Acordo de Conacri, o dirigente do Partido da Renovação Social não foi claro, mas reafirmou o que tinha dito, ou seja, que o Partido só integrará o governo mediante o cumprimento do aludido acordo.
Sobre sanções aos dirigentes do PRS, Vítor Pereira assinalou que o facto deixa alguma inquietação no partido, mas que “calmamente” irão aguardar o desenvolvimento e abordar o assunto no momento oportuno.
Há cerca de quarto semanas que a Guiné-Bissau tem o governo em gestão, na sequência da sua demissão pelo Presidente José Mário Vaz.

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