QUATRO PARTIDOS RECUSAM ENCONTRO COM PRESIDENTE JOSÉ MÁRIO VAZ

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Foto Arquivo: José Mário Vaz

Quatro dos cinco Partidos Políticos representados na Assembleia Nacional Popular (PAIGC, PCD, PND e UM) declinaram, esta quarta-feira, 03 de Outubro, o convite formulado pelo Presidente da República, José Mário Vaz, para participarem num encontro de análise do desenrolar do recenseamento eleitoral em curso na Guiné-Bissau.

Numa carta aberta assinada pelo Presidente do PAIGC, Domingos Simões Pereira, o Presidente do PCD, Vicente Fernandes, o Presidente do PND, Iaia Djaló, e pelo Presidente da UM, Agnelo Regalla, os quatro partidos consideram que as suas posições sobre a matéria do recenseamento eleitoral foram emitidas junto ao governo que poderá as transmitir ao chefe de Estado, no estrito respeito pela Constituição da República, mormente o principio da separação de poderes e interdependência dos órgãos de soberania do Estado guineense.

Lê-se na carta que a e-Global consultou que “com todo o respeito pelo Órgão Soberano que é o Presidente da República e, com o intuito de continuar a promover uma gestão governativa coerente e disciplinada no país, os partidos com assento parlamentar, por iniciativa de Sua Excelência Senhor Primeiro-Ministro, em busca de soluções consensuais para todas as fases que constam do cronograma do Processo Eleitoral, têm mantido encontros regulares sobre esta problemática, conforme reza o artigo 10° da Lei do Recenseamento Eleitoral: É da competência do Governo através da sua estrutura de apoio ao Processo Eleitoral, a organização e direcção do recenseamento eleitoral”.

Os partidos Políticos representados na Assembleia Nacional Popular manifestaram a sua “firmeza e determinação” em colaborar para que a data de 18 de Novembro, marcada para realização das eleições legislativas, seja respeitada.

Participaram no encontro que decorreu no palácio presidencial o primeiro-ministro, Aristides Gomes, Gabinete Técnico de Apoio ao Processo Eleitoral, a Comissão Nacional de Eleições, PRS, os partidos sem assento no parlamento, sociedade civil, Plataforma de mulheres e as entidades religiosas.

In e-Global Notícias em Português

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